Oriente Médio.

Atualmente com as eventuais noticias que lemos e ouvimos sobre conflitos e mais conflitos no oriente médio se nota a presença de grupos terroristas nessa região, mais pouco se é dito sobre cada um deles e por isso temos pouco conhecimento sobre suas ideologias e objetivos, por isso vamos reunir aqui um resumo sobre três dos grupos ou organizações que possuem vertentes terroristas mais famosos e algumas informações para ajudar a compreensão:
AL QAEDA - organização fundamentalista islâmica internacional tem como objetivo reduzir a influencia não-islâmica em assuntos islâmicos foi a acusada ao famoso ataque de 11 de setembro, Osama Bin Laden era um de seus membros mais antigos.
HAMAS - Criado na cidade de Gaza em 1987 é uma organização fundamentalista islâmica palestina, de orientação sunita (ramificação islâmica), possui uma entidade filantrópica, um partido político e um braço armado. Participou 
se.em diversos conflitos envolvendo a vitória nas eleições parlamentares na palestina. Atualmente é considerado como organização terrorista por países como Canadá, Israel, Japão, Estados Unidos entre outros, o Brasil não considera o Hamas como organização terrorista. O Hamas se define como um movimento de resistência palestina.

HEZBOLLAH - Sediada no Líbano é uma organização política e paramilitar fundamentalista islâmica de orientação xiita (ramificação do islã). É considerada organização terrorista por diversos países. Surgiu como uma milícia em resposta a invasão israelense do Líbano em 1982 e permaneceu com o objetivo de continuar a resistência a ocupação israelen

.
.
.

Saída do presidente sírio
Hillary: mundo deve pressionar Assad para que deixe o poder

A comunidade internacional deve intensificar a pressão sobre o presidente sírio, Bashar al Assad, visando as exportações de petróleo e gás para forçar sua saída do cargo, disse esta quinta-feira a secretária de Estado americana, Hillary Clinton. "A violência deve cessar e ele (Assad) deve abrir caminho", disse Hillary à imprensa, em Paris, após a conferência internacional de amigos da Líbia.
"É preciso aumentar a pressão sobre Assad" com "novas sanções que apontem ao setor energético da Síria para impedir que o regime tenha fundos para sua campanha de violência", disse. Segundo um porta-voz do Departamento de Estado, a oposição ao regime sírio do presidente Bashar al Assad é cada vez "mais representativa".
"Vimos progressos e achamos realmente que estão se transformando em uma entidade mais representativa", comentou Mark Toner, esta quinta-feira. O regime de Assad enfrenta, desde meados de março, protestos quase diários, cuja repressão causou a morte de pelo menos 2,2 mil pessoas, a maioria civis, segundo a ONU.
Nesta quinta-feira, cinco pessoas morreram nas operações realizadas pelas forças de segurança para reprimir a revolta na Síria, onde os militantes lançaram um novo apelo para convocar manifestações pacíficas contra o regime na sexta-feira. Apesar da violenta repressão, os manifestantes favoráveis à democracia convocaram os novos protestos para pedir a queda do regime. O lema será "A morte antes da humilhação".
Toner admitiu que a oposição síria ainda está longe de estar tão estruturada quanto a da Líbia, que conseguiu encurralar o líder Muamar Kadhafi, que permanece em paradeiro desconhecido. "A oposição inclui agora em suas fileiras uma grande amostra da sociedade síria e vemos também uma coordenação mais próxima entre os sírios fora da Síria e a oposição dentro da Síria. Mas ainda há um caminho a percorrer", concluiu.

.
.
.

Ahmadinejad apresenta novo míssil antinavio iraniano


O presidente iraniano Mahmoud Ahmadinejad apresenta míssil cruzeiro de longo alcance em cerimônia em Teerã
Foto: Reuters
O presidente iraniano, Mahmoud Ahmadinejad, apresentou nesta terça-feira um novo míssil antinavio de 200 km de alcance chamado Ghader, anunciou o site da televisão estatal.
O projétil, apresentado como "míssil de cruzeiro" de fabricação iraniana, possui "uma elevada capacidade de destruição" e pode ser utilizado "contra navios ou alvos costeiros", segundo a emissora, que não revelou mais detalhes.
O presidente também apresentou o protótipo de um novo torpedo submarino de 220 kg em uma cerimônia por ocasião do "dia das indústrias da Defesa", celebrado na Universidade Malek Ashtar de Teerã, vinculada à Guarda Revolucionária, o exército ideológico do regime islâmico. As duas armas foram testadas com sucesso, de acordo com o canal.
Ahmadinejad insistiu en que o arsenal militar iraniano é puramente defensivo. Há dois anos, o regime de Teerã anunciou com muito destaque o desenvolvimento e testes de novos equipamentos militares

.
.
.

ONU: Israel usou 'força excessiva' em ataque à frota humanitária

Uma investigação solicitada pela ONU sobre o ataque israelense a uma flotilha de bandeira turca que levava ajuda a Gaza em 2010 indicou que a ação de Israel foi "excessiva", de acordo com trechos publicados nesta quinta-feira pelo The New York Times. "A decisão de Israel de tomar o controle dos barcos com tamanha força, a uma grande distância da zona do bloqueio e sem aviso prévio, foi excessiva e nada razoável", concluiu o estudo, que foi coordenado pelo ex-primeiro-ministro da Nova Zelândia Geoffrey Palmer.
O documento indica ainda que a frota de seis barcos "atuou de maneira imprudente ao tentar forçar o bloqueio naval" de Israel em torno de Gaza, território palestino controlado pelo movimento islamita Hamas. O relatório - que ainda não foi divulgado oficialmente e que gerou uma crise entre Israel e Turquia - indicou, entretanto, que o bloqueio israelense de Gaza está dentro das normas do Direito Internacional.
O estudo exorta Israel a emitir "uma declaração adequada de pesar" pelo ataque e estabelece o pagamento de uma indenização às famílias dos oito turcos e do americano de origem turca que morreram na operação, assim como aos feridos. O porta-voz adjunto da ONU, Eduardo del Buey, disse nesta quinta-feira que o relatório será apresentado ao secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, "nos próximos dias", indicando que a confirmação da data de divulgação oficial será feita na sexta-feira.
A publicação deste relatório já havia sido adiada várias vezes este ano para permitir que Israel e Turquia normalizassem duas relações. O Hamas considerou que o documento foi "injusto e desequilibrado", declarou nesta quinta-feira um porta-voz do movimento palestino em Gaza.